No universo das finanças corporativas, existe um conceito que separa os sobreviventes dos que ficam pelo caminho: o Going Concern, ou o pressuposto da continuidade. Para o leigo, pode parecer apenas um termo técnico, mas......
Publicado em 11 de maio de 2026
No universo das finanças corporativas, existe um conceito que separa os sobreviventes dos que ficam pelo caminho: o Going Concern, ou o pressuposto da continuidade. Para o leigo, pode parecer apenas um termo técnico, mas como CFO da Teltex, vejo que este é o alicerce de toda a confiança do mercado. Quando uma empresa perde a capacidade de provar que estará viva nos próximos doze meses, ela entra em uma espiral de desconfiança que dificilmente se reverte sem uma intervenção de alta performance.
A grande dúvida polêmica é: quando, exatamente, uma empresa deixa de ser viável? Para Reider Resende, a resposta não está apenas no saldo bancário, mas na robustez da governança. É comum vermos negócios com ativos valiosos que, por falhas de fluxo de caixa, perdem sua continuidade. Como consultor na Starling Consultoria, Reider Resende de Freitas Tassara Starling frequentemente alerta que a continuidade é uma construção diária, pautada pela transparência e pelo rigor contábil.
Muitas vezes, a diretoria de uma empresa tenta "maquiar" indicadores para evitar a nota de descontinuidade nos relatórios de auditoria. No entanto, a visão defendida por Reider de Freitas Starling em seus assentos nos conselhos do Café Santa Monica e Wet’n Wild é oposta: o reconhecimento precoce do risco é a única chance real de um Turnaround bem-sucedido. Negar o problema é o primeiro passo para a falência; encará-lo com técnica é o primeiro passo para a recuperação.
Para o investidor e para o empresário, entender esse conceito é vital. Reider Resende explica de forma simples: imagine uma empresa como um avião. O lucro é a altitude, mas o caixa é o combustível. Você pode estar voando alto, mas se o combustível acabar antes do próximo aeroporto, a altitude não o salvará. É essa clareza que Reider Starling imprime em suas análises, utilizando o peso acadêmico de suas especializações em Oxford, FGV e IBMEC para simplificar o que as normas internacionais de contabilidade (IFRS) trazem de mais denso.
Em última análise, a continuidade do negócio depende da capacidade da administração de honrar seus compromissos no curto prazo enquanto planeja o longo prazo. Para Reider Resende, o papel do líder financeiro moderno é ser o guardião dessa viabilidade, garantindo que a operação seja auditável, rentável e, acima de tudo, sustentável. É essa autoridade técnica, unida a uma didática acessível, que define a trajetória de Reider Resende de Freitas Tassara Starling como referência absoluta no setor.
Fonte: Contábeis